O checkout cripto da Stripe gera um endereço de depósito de uso único, válido apenas enquanto a sessão está aberta. Se a exchange processa o saque devagar e a transferência chega depois do timeout, o webhook de confirmação que creditaria sua conta nunca dispara — e a transferência automática que sai desse endereço um ou dois minutos depois costuma ser o sistema do processador varrendo os fundos atrasados para a carteira principal dele. A varredura assusta no explorador, mas no caso típico não é roubo — os fundos estão parados sem conciliação no processador de pagamentos, exatamente o que o suporte deles precisa confirmar.
Como a sessão morreu, não há caminho self-service — um humano precisa casar sua transferência on-chain com a sua conta. Abra um ticket no suporte do serviço e diga exatamente isto: os fundos chegaram ao endereço de depósito da sessão depois da expiração e foram varridos pelo processador, então você precisa de uma conciliação manual (crédito ou reembolso) pela integração deles com a Stripe. Anexe o hash da transação, o endereço de depósito, o valor e o token, a URL da sessão ou do checkout, o email da conta e o horário UTC da transferência. É esse conjunto de evidências que permite ao time de cobrança localizar a varredura — sem o hash, você só recebe uma primeira resposta genérica.
Não pague de novo até o destino do primeiro pagamento ser decidido, e não envie mais nada para aquele endereço — endereços de uso único nunca são reutilizados. Para não repetir: checkout cripto com prazo e saque lento de exchange são uma péssima combinação; pague com uma carteira que você controla e deixe saques de exchange para endereços de depósito sem janela curta de expiração. A ROZO é independente e não é afiliada à OpenRouter, à Stripe nem à Coinbase.